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Sebastião Vitalino da Silva

Sobre o autor

Sebastião Vitalino da Silva

Possui Bacharelado em Ciências Militares pela AMAN e graduação em Administração pela Universidade do Sul de Santa Catarina; doutorado em Ciências Militares pela ECEME do Exército. É Especialista em Gestão Estratégica em RH pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e MBA Executivo pela Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro, RJ.

Tem experiência Defesa, Segurança e Negociação nacional e internacional ao desempenhar as funções de assessor no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República do Brasil (GSI/PR), de 2004 a 2006. Tem experiência na área de Educação Superior na gestão e coordenação de cursos de Administração e RH na Anhanguera Educacional, no período de 2010 a 2018.

Possui experiência em Gestão Pública e Alta-Administração ao ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Materiais Didáticos da SEB do MEC, no período de janeiro de 2019 a maio de 2020 na coordenação de Avaliação Pedagógica do PNLD.

Escritor, com as publicações mais recentes das obras Desafios, Ensaios e Ideias Soltas (2023); Só para inglês ver (2024); Críticas à Liberdade Pura (2025) e Crônicas de um Brasil à beira do abismo (2026).

Conselheiro e Diretor de Desenvolvimento Profissional (DPP) do Conselho Regional de Administração (CRADF).

Produção intelectual

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Crônicas de um País à Beira do Abismo
Livro

Crônicas de um País à Beira do Abismo

Viseu

Em um relato contundente e provocador, "Crônicas de um País à Beira do Abismo" examina as entranhas de um Brasil marcado pela corrosão institucional, pela expansão do crime organizado e pela perda progressiva de confiança nas estruturas que sustentam a vida pública. Com linguagem jornalística e olhar crítico, a obra percorre temas que vão da infiltração do narcotráfico nas engrenagens do poder à banalização da corrupção, revelando um sistema em que ilegalidade, política e interesses econômicos se entrelaçam de forma inquietante.

Ao mesmo tempo em que investiga as raízes históricas e culturais dessas distorções, o livro amplia o debate para o cenário internacional, conectando a crise nacional a fenômenos globais como polarização ideológica, manipulação informacional e enfraquecimento das democracias.

O resultado é um diagnóstico incisivo no qual, mais do que episódios isolados, os problemas descritos compõem um padrão estrutural que ameaça a estabilidade social e o futuro institucional do país.

Entre denúncia e reflexão, a obra se apresenta como um alerta sobre os riscos da acomodação coletiva diante do erro sistemático, além de um chamado à consciência crítica diante de um cenário em que o maior perigo talvez não seja a crise em si, mas a indiferença diante dela.